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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Extrapulmonary tuberculosis affecting the hand is a rare clinical condition and its diagnosis isn’t easy. It can affect the skin, the subcutaneous and synovial tissue, articulations or even bones, but it’s the synovial tissue the preferred for the bacteria, and the flexor tendons are chosen over the extensors. In the wrist it can simulate a carpal tunnel syndrome but with a different etiology and treatment’s approach. It is known that patients often lie or aren’t aware of its owns past history, so it is very important the physicians suspicion in the presence of any sign of alarm in order the condition to be recognized and properly treated. The authors describe a clinical report of a carpal tunnel syndrome caused by a flexor synovial tuberculosis infection and the signs that should raise suspicion for the proper diagnosis of the condition.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2">CASO CLÍNICO</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="4">Síndrome do Túnel do Carpo por Tuberculose Sinovial</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><b>Claúdia Isabel Martins de Oliveira<sup>I</sup></b>; <b>Manuel Marques<sup>I</sup></b>; <b>André Pinto Moura<sup>I</sup></b>; <b>António Venância Caleira<sup>I</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">I. Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital do Litoral Alentejano.<br /></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><a name="topc"></a><a href="#c">Endereço para correspondência</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A tuberculose extrapulmonar envolvendo a m&atilde;o &eacute; uma entidade clinica rara e o seu diagn&oacute;stico dif&iacute;cil.</p>     <p>Pode manifestar-se a n&iacute;vel cut&acirc;neo, subcut&acirc;neo, tecido sinovial, artrite ou mesmo osteomielite, mas &eacute; pelo tecido tenosinovial que a bact&eacute;ria tem predile&ccedil;&atilde;o e mais pelos tend&otilde;es flexores que extensores.</p>     <p>A n&iacute;vel do punho pode originar compress&atilde;o no Nervo Mediano que se manifesta como um vulgar s&iacute;ndrome do t&uacute;nel do carpo mas de diferente diagn&oacute;stico e tratamento.</p>     <p>&Eacute; comum os doentes omitirem ou desconhecerem os seus pr&oacute;prios antecedentes pessoais, pelo que &eacute; necess&aacute;rio que o cl&iacute;nico tenha a patologia presente e um elevado &iacute;ndice de suspeita, afim de a poder diagnosticar e tratar corretamente.</p>     <p>Descrevemos um caso clinico de um doente com s&iacute;ndrome do t&uacute;nel do carpo, provocado por sinovite tuberculosa, enunciamos tamb&eacute;m alguns sinais de alarme, com o intuito de alertar sobre o seu correto diagn&oacute;stico e tratamento.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave</b>: Tuberculose, Síndrome do Túnel do Carpo, Sinovite. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">ABSTRACT</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Extrapulmonary tuberculosis affecting the hand is a rare clinical condition and its diagnosis isn&rsquo;t easy.</p>     <p>It can affect the skin, the subcutaneous and synovial tissue, articulations or even bones, but it&rsquo;s the synovial tissue the preferred for the bacteria, and the flexor tendons are chosen over the extensors.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>In the wrist it can simulate a carpal tunnel syndrome but with a different etiology and treatment&rsquo;s approach.</p>     <p>It is known that patients often lie or aren&rsquo;t aware of its owns past history, so it is very important the physicians suspicion in the presence of any sign of alarm in order the condition to be recognized and properly treated.</p>     <p>The authors describe a clinical report of a carpal tunnel syndrome caused by a flexor synovial tuberculosis infection and the signs that should raise suspicion for the proper diagnosis of the condition.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Key words</b>: Tuberculosis, Carpal Tunnel Syndrome, Synovitis. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">INTRODUÇÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>O s&iacute;ndrome do t&uacute;nel do carpo resulta da compress&atilde;o do nervo mediano no punho, originando dor e dorm&ecirc;ncia no territ&oacute;rio enervado por este nervo, com o passar do tempo evidencia-se falta de for&ccedil;a. Trata-se da mononeuropat&iacute;a mais frequente em todo o mundo, e quase sempre &eacute; idiop&aacute;tica<sup>1</sup>. Outras causas que podem contribuir para a origem da patologia s&atilde;o o hipotiroidismo, a gravidez, obesidade, diabetes mellitus tipo I e II, artrite reumatoide, tumores e tenosinovite dos tend&otilde;es flexores<sup>1,5</sup>. As infe&ccedil;&otilde;es cr&oacute;nicas da m&atilde;o s&atilde;o pouco comuns e a tuberculose extrapulmonar, afetando a m&atilde;o &eacute; muito rara<sup>2-6</sup>.</p>
    <p>A tuberculose pode ser causada pelo Mycobacterium Africanum, end&eacute;mico em Africa, Mycobacterium Bovis, relacionado com a falta de pasteuriza&ccedil;&atilde;o do leite, e pelo Mycobacterium Tuberculosis, o agente mais frequente. Normalmente a tuberculose extrapulmonar, como a da m&atilde;o, resulta da reativa&ccedil;&atilde;o e dissemina&ccedil;&atilde;o hematogenea, do bacilo, desde o foco prim&aacute;rio, que normalmente &eacute; o pulm&atilde;o<sup>3</sup>. Na m&atilde;o pode manifestar-se a n&iacute;vel cut&acirc;neo, subcut&acirc;neo, tecido sinovial, artrite ou mesmo osteomielite. &Eacute; pelo tecido tenosinovial que a bact&eacute;ria tem predile&ccedil;&atilde;o, e mais pelos tend&otilde;es flexores que extensores<sup>2,3</sup>. Clinicamente pode apresentar-se em aus&ecirc;ncia dos sinais cardinais infeciosos sist&eacute;micos ou locais, como febre, eritema e/ou edema local, e no caso da sinovite dos flexores, que diminui o espa&ccedil;o do t&uacute;nel do carpo, a dor e dorm&ecirc;ncia nos primeiros tr&ecirc;s dedos da m&atilde;o, pode ser a &uacute;nica sintomatologia. Adenopatias locais tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o comuns. A velocidade de sedimenta&ccedil;&atilde;o costuma estar aumentada e apesar de ser um sinal inespec&iacute;fico &eacute; importante, por n&atilde;o se elevar em infe&ccedil;&otilde;es por micobact&eacute;rias at&iacute;picas<sup>2</sup>. A radiografia da m&atilde;o, quase sempre sem altera&ccedil;&atilde;o, pode mostrar les&otilde;es qu&iacute;sticas esclerose reativa, rea&ccedil;&atilde;o periostal e destrui&ccedil;&atilde;o articular<sup>2,6</sup>. A radiografia do t&oacute;rax &eacute; frequentemente normal. O teste cut&acirc;neo da tuberculina pode ser positivo em indiv&iacute;duos que receberam o bacilo Calmette-Gu&eacute;rin, a vacina da BCG. O diagn&oacute;stico &eacute; feito com base na biopsia histopatol&oacute;gica, onde se apreciam granulomas gaseosos, ou exame microbiol&oacute;gico, este &uacute;ltimo &eacute; na maioria das vezes negativo, visto a doen&ccedil;a ser pauci-bacilar<sup>2,3,5</sup>. Durante a explora&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica &eacute; poss&iacute;vel detetar-se uma sinovite em &ldquo;bago de arroz&rdquo;, que &eacute; muito caracter&iacute;stica da tenosinovite tuberculosa, mas tamb&eacute;m presente na sarcoidose, infe&ccedil;&otilde;es por micobact&eacute;rias at&iacute;picas ou f&uacute;ngicas. &Eacute; importante ent&atilde;o realizar o diagnostico diferencial com doen&ccedil;as sist&eacute;micas como a gota, artrite reumatoide, sarcoidose, leucemia e infe&ccedil;&otilde;es por micobact&eacute;rias at&iacute;picas ou fungos<sup>2,3,4</sup>. &Eacute; importante referir que infe&ccedil;&otilde;es por micobact&eacute;rias at&iacute;picas como o Mycobacterium Marinum, muito mais frequentes que a tuberculose, originam granulomas mas n&atilde;o gaseosos<sup>2,3</sup>.</p>
    <p>O pilar do tratamento da Tuberculose &eacute; a antibioterapia. A excis&atilde;o dos tecidos afetados, nomeadamente bursas e sinoviais, &eacute; feita vulgarmente quando ainda n&atilde;o existe diagn&oacute;stico e a remo&ccedil;&atilde;o de tecido patol&oacute;gico parece a melhor decis&atilde;o.</p>
    <p>A tenossinovite tuberculosa n&atilde;o tratada em dedos ou no punho pode levar &agrave; rutura dos tend&otilde;es, pode tamb&eacute;m disseminar-se a tecidos vizinhos como articula&ccedil;&otilde;es e at&eacute; mesmo ossos<sup>2,6</sup>. Todas as corre&ccedil;&otilde;es cir&uacute;rgicas em patologia tuberculosa v&atilde;o falhar at&eacute; ao controlo da infe&ccedil;&atilde;o. Uma vez erradicada a Mycobact&eacute;ria, a corre&ccedil;&otilde;es das deformidades e restaura&ccedil;&otilde;es funcionais podem ser levadas a cabo com sucesso e, ainda assim, &eacute; necess&aacute;rio ter em conta que uma tuberculose latente na m&atilde;o pode reativar-se anos ap&oacute;s o seu tratamento combinado - cirurgia e antibioterapia, o que &eacute; raro<sup>3,5</sup>.</p></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">CASO CLÍNICO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Relata-se o caso de uma doente de 45 anos de idade, g&eacute;nero feminino, referenciada &agrave; consulta de Ortopedia por s&iacute;ndrome do t&uacute;nel do carpo &agrave; direita que se diagnostica clinicamente e &eacute; confirmado pelo eletromiograma. A doente n&atilde;o tem antecedentes pessoais de relevo. &Eacute; feita a liberta&ccedil;&atilde;o do Ligamento Anular do Carpo cirurgicamente. Intraoperat&oacute;riamente n&atilde;o s&atilde;o detetadas altera&ccedil;&otilde;es macrosc&oacute;picas anat&oacute;micas ou da natureza dos tecidos. Ao primeiro ano p&oacute;s-operat&oacute;rio existe recidiva clinica com sinais inflamat&oacute;rios da ferida cir&uacute;rgica e fistula na ferida cir&uacute;rgica. A doente &eacute; re-operada com uma abordagem mais extensa na face volar do punho e constata-se a exist&ecirc;ncia de sinovite dos tend&otilde;es flexores em &ldquo;bago de arroz&rdquo; a n&iacute;vel do punho direito, que se remove e envia para exame anatomopatol&oacute;gico e microbiologia - <a name="topf1"></a><a href="#f1">Figura 1</a>.</p>    <p>&nbsp;</p><a name="f1"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v26n2/26n2a08f1.jpg" width="390" height="549" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>Ap&oacute;s a confirma&ccedil;&atilde;o anatomopatol&oacute;gica de sinovite cr&oacute;nica granulomatosa, compat&iacute;vel com tuberculose - <a name="topf2"></a><a href="#f2">Figura 2</a>, a doente &eacute; referenciada a Medicina Interna para despiste de tuberculose pulmonar e orienta&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica. O rx de t&oacute;rax &eacute; normal e exclui-se tuberculose pulmonar.</p>    <p>&nbsp;</p><a name="f2"></a>     <p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<center><img src="/img/revistas/rpot/v26n2/26n2a08f2.jpg" width="388" height="357" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>A cultura para microorganismo &eacute; negativa.</p>
    <p>Cumpre seis meses iniciais de antibioterapia com Isioniazida, Rifampicina, Pirazinamida e Etambutol, e quatro meses posteriores com Isoniazida e Rifampicina.</p>
    <p>A doente est&aacute; clinicamente bem e livre de doen&ccedil;a, sem limita&ccedil;&atilde;o funcional da m&atilde;o nem do punho.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">DISCUSSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>O s&iacute;ndrome do t&uacute;nel do carpo &eacute; uma neuropatia de compress&atilde;o do Nervo Mediano no punho, frequentemente idiop&aacute;tica, que atinge sobretudo mulheres de meia-idade. A compress&atilde;o do T&uacute;nel do Carpo por sinovite tuberculosa &eacute; uma entidade clinica rara e o seu diagn&oacute;stico v&ecirc;-se dificultado, sobretudo em pa&iacute;ses onde a doen&ccedil;a n&atilde;o &eacute; end&eacute;mica e os profissionais de sa&uacute;de n&atilde;o est&atilde;o habituados a lidar com a entidade. Em todo o mundo o tratamento do s&iacute;ndrome do t&uacute;nel do carpo &eacute; frequentemente realizado por profissionais menos experientes, e uma diferente causa pode passar desapercebida, resultando em sucessivas cirurgias fracassadas e atraso terap&ecirc;utico. Para o diagn&oacute;stico correto da infe&ccedil;&atilde;o, para al&eacute;m de uma anamnese e hist&oacute;ria clinica detalhadas, &eacute; importante ter um alto n&iacute;vel de suspeita e aten&ccedil;&atilde;o redobrada caso o doente perten&ccedil;a a um grupo de risco, apresente algum sinal at&iacute;pico como s&atilde;o: o edema n&atilde;o doloroso, um n&oacute;dulo cut&acirc;neo, fistula ou atraso de cicatriza&ccedil;&atilde;o da ferida cir&uacute;rgica e persist&ecirc;ncia da clinica ap&oacute;s a cirurgia<sup>2,3,5,7</sup>. O diagn&oacute;stico confirma-se com biopsia anatomopat&oacute;gica ou microbiologia. A sinovite em &ldquo;bagos de arroz&rdquo; &eacute; detectada em 50 % dos casos<sup>4</sup>. A cultura para a micobact&eacute;ria muitas vezes &eacute; negativa por se tratar de uma doen&ccedil;a pauci-bacilar<sup>2,3</sup>.</p>
    <p>No caso que descrevemos, a doente de g&eacute;nero e faixa et&aacute;ria compat&iacute;veis com o grupo mais frequente para surgimento de s&iacute;ndrome de t&uacute;nel do carpo, foi operada por um cirurgi&atilde;o experiente na &aacute;rea da m&atilde;o, que realiza uma abordagem cl&aacute;ssica, de modo a uma boa visualiza&ccedil;&atilde;o de estruturas. N&atilde;o houve ent&atilde;o, qualquer ind&iacute;cio, na primeira cirurgia que pudesse delatar um caso at&iacute;pico. Foi apenas a presen&ccedil;a da f&iacute;stula na ferida cir&uacute;rgica, que levou o mesmo cirurgi&atilde;o a suspeitar de uma outra causa para as queixas apresentadas e realizar uma explora&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica mais exaustiva, onde se evidenciou a sinovite em &ldquo;bagos de arroz&rdquo; que se recolheu e enviou para exame anatomopatol&oacute;gico e microbi&oacute;gico.</p>
    <p>O pilar do tratamento &eacute; a antibioterapia, sendo que a cirurgia &eacute; um recurso para o diagn&oacute;stico da patologia ou corre&ccedil;&atilde;o de deformidades secund&aacute;rias, pelo que &eacute; importante a pronta articula&ccedil;&atilde;o com profissionais experientes em infeciologia, de modo a averiguar se existe atingimento de outros &oacute;rg&atilde;o e sistemas e instaurar a terap&ecirc;utica adequada &agrave; situa&ccedil;&atilde;o clinica. Perante uma suspeita de infe&ccedil;&atilde;o tuberculosa a abordagem clinica deve ser multidisciplinar.</p></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">1. Padua L, Coraci D, Erra C, Pazzaglia C, Paolasso I, Loreti C. Carpal tunnel syndrome: clinical features, diagnosis, and management. The Lancet Neurology. 2016; 15 (12): 1273-1284</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320987&pid=S1646-2122201800020000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">2. Al-Qattan M, Helmi A. Chronic Hand infections. Journal Hand Surgery America. 2014; 39 (8): 1636-1645</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320988&pid=S1646-2122201800020000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">3. Al-Qattan M, Al-Namla M, Al-Thenayan A, Al-Omawi M. Tuberculosis of the hand. Journal Hand Surgery. 2011; 36: 1413-1422</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320989&pid=S1646-2122201800020000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">4. Mir M, Ahmad I, Yaseen M. Primary tuberculosis of hand soft tissue. World Journal Plastic Surgery. 2016; 5 (3): 313-318</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320990&pid=S1646-2122201800020000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">5. Rashid M, Sarwar SU, Haq EU, Islam MZ, Rizvi TA, Ahmad M, et al. Tuberculous tenosynovitis: a cause of Carpal Tunnel Syndrome. J Pak Med Assoc. 2006; 56 (3): 116-118</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">6. Watts H, Lifeso R. Tuberculosis of bone and jointscurrent concepts review. The journal of bone and joint surgery. 1996; 78 (2): 288-299</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320992&pid=S1646-2122201800020000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">7. Rust P, Bennet T. An uncommon cause for a common complaint. Hand surgery. 2009; 14 (2): 131-134</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320993&pid=S1646-2122201800020000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font face="Verdana" size="2">Conflito de interesse: </font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Nada a declarar.</p></font>    <p>&nbsp;</p><a name="c"></a>    <p><b><font face="Verdana" size="2"><a href="#topc">Endereço para correspondência</a></font></b></p>    <p><font face="Verdana" size="2">Cláudia Isabel Martins de Oliveira    <br>Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital do Litoral    <br>Alentejano, Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano    <br>Monte do Gilbardinho    <br>7500 Santiago do Cacém    <br>Telefone: 96 357 62 41    ]]></body>
<body><![CDATA[<br><a href="mailto:claudiaoliveira9384@gmail.com">claudiaoliveira9384@gmail.com</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Submissão: </b> 2018-02-07</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Revisão: </b> 2018-04-28</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Aceitação: </b> 2018-05-13</font></p>     ]]></body>
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