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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA16215</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Caraterização química de amostras silvestres e comerciais de Achillea millefolium L.]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Chemical characterization of wild and commercial samples of Achillea millefolium L.]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Instituto Politécnico de Bragança ESA Centro de Investigação de Montanha]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Universidade do Porto Faculdade de Farmácia Departamento de Ciências Químicas]]></institution>
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<self-uri xlink:href="http://www.scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0871-018X2017000500017&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0871-018X2017000500017&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0871-018X2017000500017&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[As plantas medicinais têm vindo a ser usadas desde tempos ancestrais e surgem hoje em dia como uma alternativa aos produtos sintéticos, devido à sua riqueza em compostos bioativos. Achillea millefolium L. pertence à família das Asteraceae e é vulgarmente conhecida como milefólio ou milfolhada, sendo muito comum em prados, caminhos, campos de cultivo e quintais. No presente trabalho, foram caracterizadas amostras comerciais e silvestres de A. millefolium em termos de composição nutricional e perfil em açúcares livres, ácidos orgânicos, ácidos gordos e tocoferóis, determinados por técnicas cromatográficas acopladas a diferentes detectores (HPLC-RI, HPLC-PDA, GC-FID e HPLC-fluorescência, respetivamente). Os hidratos de carbono, seguidos das proteínas, foram os macronutrientes maioritários em ambas as amostras. A amostra comercial mostrou um teor mais elevado de gordura, proteínas, cinzas, valor energético e açúcares totais A amostra silvestre revelou maior conteúdo em hidratos de carbono; também revelou a presença de rafinose, ácidos gordos polinsaturados e ácidos orgânicos. Relativamente aos tocoferóis, ambas as amostras revelaram um perfil muito semelhante, apesar da amostra silvestre ter mostrado uma maior concentração em tocoferóis totais. Os resultados obtidos são uma prova clara que as plantas usadas na medicina tradicional podem ter aplicabilidade não só em produtos caseiros mas também na indústria alimentar e farmacêutica como fonte de compostos bioativos.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Medicinal plants have been used since ancient times and emerge nowadays as an alternative for synthetic products, due to their richness in bioactive compounds. Achillea millefolium L., commonly known as yarrow, belongs to the Asteraceae family being found in meadows, pathways, crop fields and homegardens. In the present work, commercial and wild samples of A. millefolium were characterized in terms of nutritional composition and free sugars, organic acids, fatty acids and tocopherols profile, determined by chromatographic techniques coupled to different detectors (HPLC-RI, HPLC-PDA, GC-FID and HPLC-fluorescence, respectively). Carbohydrates, followed by proteins, were the majority macronutrients found in both samples. The commercial sample showed a higher content of fat, proteins, ash, energy and total sugars. The wild sample revealed a higher content in carbohydrates, also showing the presence of raffinose, polyunsaturated fatty acids and organic acids. Regarding tocopherols, both samples showed a very similar profile, although the wild sample exhibited a higher content in total tocopherols. The results obtained highlight the fact that the plants used in traditional medicine may have applicability not only in homemade products but also in food and pharmaceutical industry, as a source of bioactive compounds.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Achillea millefolium L.]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[composição química]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[bioactives]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 4><b>Caraterização química de amostras silvestres e comerciais de <i>Achillea
millefolium</i> L. </b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Chemical characterization of wild and commercial
samples of <i>Achillea millefolium</i> L. </b></font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2><b>Maria Inês Dias</b><sup>1,2</sup>, <b>Lillian Barros</b><sup>1</sup>, <b>Ana Maria Carvalho</b><sup>1</sup>,
<b>Rita C. Alves</b><sup>2</sup>, <b>M. Beatriz P.P. Oliveira</b><sup>2</sup> e <b>Isabel C.F.R.
Ferreira</b><sup>1,*</sup></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i><sup>1</sup>Centro de Investigação de Montanha
(CIMO), ESA, Instituto Politécnico de Bragança, Campus de Santa Apolónia, 1172,
5301-855 Bragança, Portugal.</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i><sup>2</sup>REQUIMTE/LAQV,
Departamento de Ciências Químicas, Faculdade de Farmácia de Universidade do Porto,
Rua Jorge Viterbo Ferreira, 228, 4050-313 Porto, Portugal.</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>(E-mail: *<a href = "mailto:iferreira@ipb.pt">iferreira@ipb.pt</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2>As plantas medicinais têm vindo a ser usadas desde tempos ancestrais e surgem
hoje em dia como uma alternativa aos produtos sintéticos, devido à sua riqueza em
compostos bioativos. <i>Achillea millefolium</i> L. pertence à família das Asteraceae
e é vulgarmente conhecida como milefólio ou milfolhada, sendo muito comum em prados,
caminhos, campos de cultivo e quintais. No presente trabalho, foram caracterizadas
amostras comerciais e silvestres de <i>A. millefolium</i> em termos de composição
nutricional e perfil em açúcares livres, ácidos orgânicos, ácidos gordos e tocoferóis,
determinados por técnicas cromatográficas acopladas a diferentes detectores (HPLC-RI,
HPLC-PDA, GC-FID e HPLC-fluorescência, respetivamente). Os hidratos de carbono,
seguidos das proteínas, foram os macronutrientes maioritários em ambas as amostras.
A amostra comercial mostrou um teor mais elevado de gordura, proteínas, cinzas,
valor energético e açúcares totais A amostra silvestre revelou maior conteúdo em
hidratos de carbono; também revelou a presença de rafinose, ácidos gordos polinsaturados
e ácidos orgânicos. Relativamente aos tocoferóis, ambas as amostras revelaram um
perfil muito semelhante, apesar da amostra silvestre ter mostrado uma maior concentração
em tocoferóis totais. Os resultados obtidos são uma prova clara que as plantas usadas
na medicina tradicional podem ter aplicabilidade não só em produtos caseiros mas
também na indústria alimentar e farmacêutica como fonte de compostos bioativos.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size
= 2><b>Palavras-chave</b>: <i>Achillea millefolium</i> L., silvestres/comerciais,
composição química, bioativos.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Medicinal plants have been used since ancient times and emerge
nowadays as an alternative for synthetic products, due to their richness in bioactive
compounds.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Achillea millefolium</i>
L., commonly known as yarrow, belongs to the Asteraceae family being found in meadows,
pathways, crop fields and homegardens. In the present work, commercial and wild
samples of <i>A. millefolium</i> were characterized in terms of nutritional composition
and free sugars, organic acids, fatty acids and tocopherols profile, determined
by chromatographic techniques coupled to different detectors (HPLC-RI, HPLC-PDA,
GC-FID and HPLC-fluorescence, respectively). Carbohydrates, followed by proteins,
were the majority macronutrients found in both samples. The commercial sample showed
a higher content of fat, proteins, ash, energy and total sugars. The wild sample
revealed a higher content in carbohydrates, also showing the presence of raffinose,
polyunsaturated fatty acids and organic acids. Regarding tocopherols, both samples
showed a very similar profile, although the wild sample exhibited a higher content
in total tocopherols. The results obtained highlight the fact that the plants used
in traditional medicine may have applicability not only in homemade products but
also in food and pharmaceutical industry, as a source of bioactive compounds.  
</font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2><b>Keywords</b>: <i>Achillea millefolium</i> L., wild/commercial,
chemical composition, bioactives.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>A sociedade de hoje em dia está cada vez mais sensibilizada e
preocupada com questões de saúde e alimentação, emergindo as plantas medicinais
como uma alternativa aos produtos sintéticos, sendo usadas não só na medicina tradicional
mas também em variados produtos alimentares e farmacêuticos, devido às suas propriedades
nutricionais e bioativas (Phillipson, 2007). <i>Achillea millefolium</i> L, comumente
conhecida como mil-folhas ou milefólio, pertence à família Asteraceae e pode ser
encontrada em prados, caminhos rurais, campos de cultivo e quintais. Os seus extratos
são muito utilizados na Europa para o tratamento de problemas digestivos, diabetes,
doenças hepatobiliares e amenorreia, sendo também consumida pelas suas propriedades
antitumorais, antimicrobianas, anti-inflamatórias e antioxidantes (Cavalcanti <i>et
al</i>., 2006; Candan <i>et al</i>., 2010; Carvalho, 2010; Potrich <i>et al., </i>2010;
Dall’Acqua <i>et al</i>., 2011; Jonsdottir <i>et al.</i>, 2011; Trumbeckaite <i>et
al</i>., 2011; Baretta <i>et al</i>., 2012). A presença de moléculas bioactivas
como os tocoferóis e o ácido ascórbico foi já anteriormente descrita em <i>A. millefolium</i>
(Chanishvili <i>et al</i>., 2007). Por todos estes motivos, esta planta apresenta-se
como uma potencial matriz para o desenvolvimento de novos produtos funcionais e
nutracêuticos. </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font
face = Verdana size = 2>Foram analisadas duas amostras de <i>A. millefolium</i>:
a amostra silvestre (inflorescências e folhas superiores) proveniente de Cova de
Lua, Bragança, Portugal; e a amostra comercial adquirida à empresa Ervital de Castro
Daire, Portugal. Ambas foram liofilizadas e pulverizadas (20 mesh).</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>As amostras foram analisadas quanto à sua composição
nutricional seguindo procedimentos oficiais de análise de humidade, proteínas (AOAC
991.02), lípidos (AOAC, 989.05), cinzas (AOAC, 935.42) e hidratos de carbono [total
de hidratos de carbono (g/100&nbsp;g) = 100 - (g de gordura + g de proteínas + g
de cinzas)]. Os açúcares, tocoferóis e ácidos orgânicos foram determinados por cromatografia
líquida de alta eficiência (HPLC) acoplada a um detetor de índice de refração (RI),
fluorescência e fotodíodos (PDA), respetivamente. Os ácidos gordos foram determinados
por cromatografia gasosa com detetor de ionização de chama (GC-FID). </font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size
= 3><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A
composição química e nutricional das amostras silvestre e comercial de <i>A. millefolium</i>,
nomeadamente em macronutrientes, açúcares, ácidos orgânicos, tocoferóis e ácidos
gordos maioritários apresenta-se no <a href = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea16q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>. Os hidratos de carbono, seguidos das
proteínas, foram os macronutrientes mais abundantes em ambas as amostras. Quanto
ao teor de cinzas e energia, não foram encontradas diferenças significativas entre
as amostras. A frutose, glucose, sacarose e trehalose foram detetadas também em
ambas as amostras; a rafinose foi somente encontrada na amostra silvestre. Esta
apresentou uma maior concentração de ácidos orgânicos totais, maioritariamente ácido
oxálico, ácido quinico e ácido cítrico; tendo sido detetados apenas vestígios de
ácido fumárico. O ácido sucínico foi somente detectado na amostra silvestre. O perfil
de tocoferóis foi semelhante entre as amostras, sendo que a isoforma mais abundante
foi o &#947;-tocoferol; não foi detetado a isoforma &#948;-tocoferol. No entanto,
a amostra silvestre revelou uma quantidade ligeiramente superior desta vitamina,
o que pode ser devido ao rápido processamento da amostra após a recolha em campo,
não tendo havido degradação dessa vitamina. Relativamente ao conteúdo em ácidos
gordos, vinte e nove ácidos foram identificados sendo o ácido linoleico (C18:2n-6,
PUFA) maioritário em ambas as amostras, seguido do ácido palmítico (C16:0, SFA)
e do ácido oleico (C18:1n-9, PUFA) na amostra comercial e silvestre, respetivamente.
A amostra silvestre mostrou também maior conteúdo em PUFA (principalmente devido
ao ácido linoleico) e MUFA (principalmente devido ao ácido oleico), enquanto a amostra
comercial apresentou os maiores teores de SFA (com importante contribuição do ácido
palmítico).</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 3><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face =
Verdana size = 2>Na medida do conhecimento dos autores este é um estudo inovador
no que se refere à comparação da composição nutricional e caracterização química
entre amostras silvestres e comerciais de <i>A. millefolium</i>. Este estudo também
demonstrou que o perfil químico entre as amostras é, em geral, muito semelhante,
variando apenas nas quantidades encontradas. Os dados obtidos são uma clara evidência
que as plantas medicinais usadas tradicionalmente podem ser utilizadas não só em
produtos caseiros mas também na indústria alimentar e farmacêutica como fonte de
novos compostos bioativos.</font></p>

</br>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Referências bibliográficas</b></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Baretta, I.P.; Felizardo, R.A.; Bimbato, V.F.;
Santos, M.G.J.; Kassuya, C.A.L.; Junior, A.G.; Silva, C.R.; Oliveira, S.M.; Ferreira,
J. &amp; Andreatini, R. (2012) - Anxiolytic-like effects of acute and chronic treatment
with <i>Achillea millefolium</i> L. extract. <i>Journal of Ethnopharmacology</i>,
vol. 140, n. 1, p. 46-54.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1016/j.jep.2011.11.047" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.jep.2011.11.047</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=671717&pid=S0871-018X201700050001700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Cavalcanti, A.M.; Baggio, C.H.; Freitas, C.S.;
Rieck, L.; Sousa, R.S.; Santos, J.E.S.; Mesia-Vela, S. &amp; Marques, M.C.A. (2006)
- Safety and antiulcer efficacy studies of <i>Achillea millefolium</i> L. after
chronic treatment in Wistar rat. <i>Journal of Ethnopharmacology</i>, vol. 107,
n. 2, p. 277–284.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1016/j.jep.2006.03.011" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.jep.2006.03.011</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=671718&pid=S0871-018X201700050001700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font
face = Verdana size = 2>Candan, F.; Unlu, M.; Tepe, B.; Daferera, D.; Polissiou,
M.; Sökmenc, A. &amp; Akpulat, H. A. (2010) - Antioxidant and antimicrobial activity
of the essential oil and methanol extracts of <i>Achillea millefolium</i> subsp.
<i>millefolium</i> Afan. (Asteraceae). <i>Journal of Ethnopharmacology</i>, vol.
87, n. 2-3, p. 215–220.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1016/S0378-8741(03)00149-1" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1016/S0378-8741(03)00149-1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=671719&pid=S0871-018X201700050001700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Carvalho, A.M. (2010) - <i>Plantas y sabiduría
popular del Parque Natural de Montesinho. Un estudio etnobotánico en Portugal</i>.
Biblioteca de Ciencias, Consejo Superior de Investigaciones Científicas, Madrid,
Spain, vol. 35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=671720&pid=S0871-018X201700050001700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Chanishvili, Sh.;
Badridze G.; Rapava, L. &amp; Janukashvili, N. (2007) - Effect of altitude on the
contents of antioxidants in leaves of some herbaceous plants. <i>Russian Journal
of Ecology</i>, vol. 38, n. 5, p. 367–373.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1134/S1067413607050128" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1134/S1067413607050128</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=671722&pid=S0871-018X201700050001700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Dall’Acqua, S.; Bolego, C.; Cignarella, A.; Gaion,
R.M. &amp; Innocenti, G. (2011) - Vasoprotective activity of standardized <i>Achillea
millefolium</i> extract. <i>Phytomedicine</i>, vol. 18, n. 12, p. 1031–1036.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1016/j.phymed.2011.05.005" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.phymed.2011.05.005</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=671723&pid=S0871-018X201700050001700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Jonsdottir, G.; Omarsdottir, S.; Vikingsson, A.;
Hardardottir, I. &amp; Freysdottir, J. (2011) - Aqueous extracts from <i>Menyanthes
trifoliata</i> and <i>Achillea millefolium</i> affect maturation of human dendritic
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<i>Journal of Ethnopharmacology</i>, vol. 136, n. 1, p. 88–93.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1016/j.jep.2011.04.006" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.jep.2011.04.006</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=671724&pid=S0871-018X201700050001700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Phillipson, J.D. (2007) - Phytochemistry and pharmacognosy.
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1016/j.phytochem.2007.06.028" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.phytochem.2007.06.028</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=671725&pid=S0871-018X201700050001700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Potrich, F.B.; Allemand, A.; Silva, L.M.; Santos,
A.C.; Baggio, C.H.; Freitas, C.S.; Mendes, D.A.G.B.; Andre, E.; Werner, M.F.P. &amp;
Marques, M.C.A. (2010) - Antiulcerogenic activity of hydroalcoholic extract of <i>Achillea
millefolium</i> L.: Involvement of the antioxidant system. <i>Journal of Ethnopharmacology</i>,
vol. 130, n. 1, p. 85–92.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1016/j.jep.2010.04.014" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.jep.2010.04.014</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=671726&pid=S0871-018X201700050001700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Trumbeckaite, S.; Benetis, R.; Bumblauskiene,
L.; Burdulis, D.; Janulis, V.; Toleikis, A.; Viškelis, P. &amp; Jakštas, V. (2011)
- <i>Achillea millefolium</i> L. s.l. herb extract: Antioxidant activity and effect
on the rat heart mitochondrial functions. <i>Food Chemistry</i>, vol. 127, n. 4,
p. 1540–1548.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1016/j.foodchem.2011.02.014" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.foodchem.2011.02.014</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=671727&pid=S0871-018X201700050001700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face = Verdana size = 3><b>Agradecimentos</b></font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>À Fundação para a Ciência e a Tecnologia (CIMO-PEst-OE/AGR/UI0690/2014;
REQIMTE-PEst-C/EQB/LA0006/2014), M.I. Dias (SFRH/BD/84485/2012), R.C. Alves (SFRH/BPD/68883/2010)
e L. Barros (SFRH/BPD/107855/2015). </font></p>

</br>

    <p><font face = Verdana size = 2>Recebido/received: 2016.12.22</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Recebido em versão revista/received in revised form: 2017.03.23</font></p>

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