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Finisterra - Revista Portuguesa de Geografia

versão impressa ISSN 0430-5027

Finisterra  no.124 Lisboa dez. 2023  Epub 31-Dez-2023

https://doi.org/10.18055/finis34090 

Editorial

INOVAÇÃO E EXCELÊNCIA NA GEOGRAFIA: JOVENS INVESTIGADORES NAS CIÊNCIAS GEOGRÁFICAS E DO TERRITÓRIO: Nota Editorial:

1 Centro de Estudos Geográficos, Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, Universidade de Lisboa, Rua Branca Edmée Marques, 1600-276, Lisboa, Portugal. E-mail: mfragoso@edu.ulisboa.pt, analouro@edu.ulisboa.pt

2 Laboratório Associado Terra, Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, Universidade de Lisboa, Lisboa, Portugal


A edição do presente número da Finisterra, o 124, assinala dois factos importantes que justificam este editorial. O primeiro facto prende-se com a necessidade de renovação da Finisterra no atual contexto da atividade editorial das revistas científicas; o segundo motivo é de natureza celebrativa, pela associação da revista às comemorações dos 80 anos do Centro de Estudos Geográficos, através do lançamento de uma chamada especial de artigos, intitulada “Inovação e Excelência na geografia: jovens investigadores nas ciências geográficas e do território”, iniciativa que agora se concretiza com a publicação dos documentos selecionados. Os dois factos relevantes que motivam esta nota de abertura suscitam os comentários e reflexões que se partilham em seguida.

Desde a sua criação, em 1966, a Finisterra afirmou-se como uma revista de referência no domínio da Geografia, num percurso editorial que contribuiu para o reconhecimento e prestígio do Centro de Estudos Geográficos. No presente século, a evolução da revista correspondeu aos importantes desafios emergentes surgidos, por exemplo, com a digitalização ou a necessidade crescente de integração em repositórios académicos internacionais, passos que as direções antecedentes souberam trilhar com sucesso. No contexto atual, a Finisterra tem de se ajustar aos novos reptos colocados pelas plataformas internacionais de indexação de documentos científicos, de forma a consolidar o seu reconhecimento e atratividade para a vasta comunidade de investigadores nas áreas de conhecimento da Geografia e do Território. Neste sentido, e acompanhando as tendências tecnológicas e sociais do nosso tempo, a evolução da revista deve guiar-se pela simplificação e flexibilização dos processos de produção editorial, que devem estar mais centrados no suporte digital da publicação, inegavelmente o modelo de utilização e divulgação mais importantes. Embora a Finisterra mantenha o seu perfil híbrido de publicação, digital e impresso, o presente número materializa, desde já, duas alterações que decorrem desta necessidade de transição: mudança no formato da versão em papel e redução drástica da tiragem.

A decisão de mudança no formato da publicação em papel decorre, em primeiro lugar, da necessidade de simplificar e agilizar todo o fluxo de tarefas de produção dos números da revista, transitando-se para um modelo de composição gráfica que permitirá uma publicação dos documentos mais célere e em contínuo. A publicação dos números quadrimestrais nos prazos recomendados e a sua disseminação atempada em repositórios académicos institucionais e nas bases de dados de indexação representam um desafio exigente, mas, simultaneamente, o fator-chave da atratividade e futuro da Finisterra como revista científica de referência. Por outro lado, espera-se ainda que o novo formato possa proporcionar uma experiência de leitura mais satisfatória aos utilizadores da versão em papel, embora estes correspondam a um número que vem decrescendo inexoravelmente, de acordo com os dados disponíveis das vendas de exemplares impressos. Reduzir a tiragem dos exemplares impressos da Finisterra (de 200 para 50) é, portanto, igualmente uma medida que se afigura razoável e ajustada, desde logo também por um imperativo de responsabilidade ambiental, reconhecendo-se como absolutamente necessária a redução do desperdício e das pegadas carbónica e ecológica. Note-se, a este propósito, o escasso número de permutas ativas da edição impressa com outros periódicos, apenas 13, em contraste flagrante com a crescente visibilidade da presença da revista no mundo digital.

Como já referido, a associação da revista às comemorações dos 80 anos do Centro de Estudos Geográficos resultou no presente número especial, onde se dá destaque aos trabalhos desenvolvidos atualmente por jovens investigadores nas áreas das ciências geográficas e do território. Esta iniciativa despoletou grande interesse por parte de doutorandos ou recentes doutores, nacionais e internacionais, aproximando-se das quatro dezenas o número de demonstrações de interesse recebidas, e concretizadas nos onze textos agora publicados (e em alguns documentos a publicar em números futuros).

Não sendo um jovem investigador, Zêzere (2023) encabeça a publicação em representação do Centro de Estudos Geográficos e da ciência que estuda os diversos perigos geomorfológicos em Portugal. Neste texto, observa-se que a reduzida dimensão territorial do país não é proporcional à grande variedade de riscos identificados, havendo uma clara diversidade regional.

Ainda no domínio da Geografia Física, Fernandes et al. (2023) apresentam-nos uma análise das teses de doutoramento em Geografia Física, publicadas entre 2000 e 2021. Biogeografia, Climatologia, Hidrologia, Geomorfologia e Risco e Ordenamento são os principais domínios emergentes, recorrendo-se a uma, cada vez maior, diversidade de técnicas de trabalho de campo e métodos de análise. Identificaram também uma interessante relação entre as instituições de ensino e as áreas e temáticas de estudo.

Segue-se um conjunto de textos que discutem a geografia e o ordenamento do território, tendo em vista a contribuição para a definição de políticas mais adequadas nos domínios ambientais e sociais. Maia e Sá Marques (2023) analsam a participação pública associada à revisão do Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT), em particular os problemas de ordenamento, com o objetivo de aferir proximidades entre os participantes de acordo com o seu perfil e respostas, originando “comunidades” com distintas culturas territoriais.

Numa abordagem que interliga o ambiente, a economia e o ordenamento do território numa perspetiva de sustentabilidade, e considerando a situação de urgente transição energética, Alves et al. (2023) propõem um índice espacial de otimização da localização de parques solares em Portugal, permitindo discutir o potencial energético do país e relacioná-lo com a localização dos centros electroprodutores energéticos esperados, demonstrando a sua utilidade como sistema espacial de apoio à decisão.

Na área social, Silver e Queirós (2023) discutem o peso que os custos em transporte têm nas desigualdades urbanas, aplicando a discussão ao caso do Rio de Janeiro, Brasil. Fatores como o rendimento, o género, o tempo e finalidades das viagens emergiram como relevantes na distinção dos grupos sociais que podem ou não suportar financeiramente as despesas em transporte, obrigando a alargar a discussão entre as políticas tarifárias, as características da população e a organização espacial. Numa outra perspetiva, Lopes e Marat-Mendes (2023) discutem o acesso à habitação social na Área Metropolitana de Lisboa, considerando o atual contexto de grande investimento público neste assunto. Desta forma, é-nos oferecido um enquadramento das políticas, leis e programas, bem como são apresentados alguns casos de estudo.

Já no domínio das políticas, Silva (2023) investiga a presença/ausência e mobilidade de políticas urbanas, debruçando-se o estudo sobre quatro centros urbanos ingleses e a construção relacional e territorial dos respetivos Bussiness Improvement Districts. Daqui emerge a importância da posicionalidade, memória institucional e cronopolítica para uma investigação mais relevante.

Os dois textos seguintes trabalham com perceções, de forma bastante diferenciada. Maluly (2023) discute os territórios do passado com base nos relatos de Saint-Hilaire sobre o Brasil (séc. XIX), onde se evidencia o contraste entre a “lentidão” do “sertão” e a rede de pessoas e ideias chegadas pelo Atlântico.

A um nível local, Ferraz dos Santos et al. (2023) recorrem ao mapeamento como ferramenta participativa para análise das relações de género (e não só) em ambiente escolar, aplicados a três escolas de Lisboa. Do estudo, destaca-se o papel da nacionalidade nas dinâmicas socioespaciais nas escolas, através de três mecanismos: lateralização cultural, guetização do espaço escolar e ocupação periférica dos campos de jogos pelas alunas.

Os dois últimos documentos apresentam-nos sínteses bibliográficas de temas distintos. Na perspetiva da Geografia Económica, Silva e Vale (2023) discutem a resiliência das cadeias de abastecimento e as diversas trajetórias de produção internacional, tema que ganhou maior relevância com a pandemia de Covid-19 e com a guerra da Rússia-Ucrânia. Os autores discutem especialmente as orientações da Comissão Europeia, que pauta pela promoção da diversificação das redes, para uma maior sustentabilidade das cadeias de abastecimento.

Finalmente, no domínio do Ordenamento voltado para a produção e segurança alimentar, Viana (2023) apresenta uma reflexão sobre as diversas abordagens geoespaciais da investigação geográfica aplicadas à modelação dos sistemas agrícolas. A autora sublinha que a integração das abordagens geoespaciais é uma oportunidade para a produção de novos dados que apoiam os processos de decisão, através da antecipação das mudanças e projeção de estratégias futuras.

Com esta iniciativa, a Finisterra pretende renovar a sua intenção de ser uma plataforma de divulgação da ciência de qualidade, abrindo espaço a todos os que se interessem pela Geografia e áreas afins, captando assim (novos) autores e revisores, e ampliando a audiência que procura a revista como um periódico de referência neste domínio científico.

Innovation and excellence in geography: young researchers in geographic and territorial sciences:

The present edition of Finisterra, number 124, highlights two important facts that justify this editorial. The first fact is related to the need for renewal of Finisterra in the current context of scientific journal publishing activity; the second reason is celebratory, marking the association of the journal with the 80th anniversary of the Centre for Geographic Studies, through the launch of a special call for papers titled "Innovation and Excellence in Geography: young researchers in geographical and territorial sciences," an initiative that is now materialized with the publication of the selected documents. The two relevant facts that motivate this opening note prompt the comments and reflections that are shared below.

Since its creation in 1966, Finisterra has established itself as a reference journal in the field of Geography, contributing to the recognition and prestige of the Centre for Geographic Studies. In the current century, the evolution of the journal has responded to important emerging challenges, such as digitization and the increasing need for integration into international academic repositories, steps that previous editorial boards have successfully navigated. In the current context, Finisterra must adapt to new challenges posed by international platforms for indexing scientific documents to consolidate its recognition and appeal to the vast community of researchers in the fields of Geography and Territory. In this sense and aligning with the technological and social trends of our time, the evolution of the journal should be guided by the simplification and flexibility of editorial production processes, focusing more on the digital support for publication, undoubtedly the most important model for use and dissemination. Although Finisterra maintains its hybrid publishing profile, both digital and print, the current issue already materializes two changes resulting from this transition: a change in the format of the print version and a drastic reduction in circulation.

The decision to change the format of the print publication arises, first of all, from the need to simplify and streamline the entire production flow of the journal's issues, transitioning to a graphic composition model that will allow faster and continuous publication of documents. Publishing quarterly issues within recommended deadlines and disseminating them timely in institutional academic repositories and indexing databases represent a demanding challenge, but simultaneously a key factor in the attractiveness and future of Finisterra as a reference scientific journal. On the other hand, it is also expected that the new format may provide a more satisfactory reading experience for users of the print version, although their numbers have been steadily decreasing according to available data on print copy sales. Reducing the print circulation of Finisterra (from 200 to 50) is, therefore, a measure that appears reasonable and appropriate, also driven by an imperative of environmental responsibility, recognizing the absolute need to reduce waste and carbon and ecological footprints. Note, in this regard, the limited number of active exchanges of the printed edition with other journals, only 13, in stark contrast to the growing visibility of the journal in the digital world.

As mentioned earlier, the association of the journal with the celebrations of the 80th anniversary of the Centre for Geographic Studies resulted in this special issue, highlighting the work currently developed by young researchers in the areas of geographical and territorial sciences. This initiative sparked great interest from doctoral students or recent PhDs, both national and international, with nearly forty expressions of interest received and materialized in the eleven texts now published (and in some documents to be published in future issues).

Not being a young researcher, Zêzere (2023) leads the publication on behalf of the Centre for Geographic Studies and the science that studies various geomorphological hazards in Portugal. In this text, it is observed that the small territorial size of the country is not proportional to the great variety of identified risks, showing clear regional diversity.

Still in the field of Physical Geography, Fernandes et al. (2023) present an analysis of doctoral theses in Physical Geography published between 2000 and 2021. Biogeography, Climatology, Hydrology, Geomorphology, and Risk and Planning are the main emerging domains, utilizing an increasingly diverse range of fieldwork techniques and analysis methods. They also identified an interesting relationship between educational institutions and study areas and themes.

The following is a set of texts that discuss geography and spatial planning, aiming to contribute to the definition of more suitable policies in environmental and social domains. Maia and Sá Marques (2023) analyze public participation associated with the review of the National Spatial Planning Policy Program (PNPOT), particularly addressing spatial planning issues. The goal is to assess proximity among participants based on their profiles and responses, resulting in "communities" with distinct territorial cultures.

In an approach that interconnects the environment, economy, and spatial planning from a sustainability perspective, and considering the urgent energy transition situation, Alves et al. (2023) propose a spatial index for optimizing the location of solar parks in Portugal. This allows for a discussion on the country's energy potential and its relationship with the expected locations of energy-producing centres, demonstrating its utility as a spatial decision support system.

In the social sphere, Silver and Queirós (2023) discuss the impact of transportation costs on urban inequalities, applying the discussion to the case of Rio de Janeiro, Brazil. Factors such as income, gender, time, and the purposes of trips have emerged as relevant in distinguishing social groups that can or cannot financially support transportation expenses, necessitating an expanded discussion on tariff policies, population characteristics, and spatial organization. From another perspective, Lopes and Marat-Mendes (2023) discuss access to social housing in the Lisbon Metropolitan Area, considering the current context of significant public investment in this matter. This provides a framework for policies, laws, and programs, along with presenting some case studies.

In the realm of policies, Silva (2023) investigates the presence/absence and mobility of urban policies, focusing on four English urban centres and the relational and territorial construction of their respective Business Improvement Districts. This highlights the importance of positionality, institutional memory, and chronopolitics for more relevant research.

The next two articles work with perceptions in a differentiated manner. Maluly (2023) discusses territories of the past based on Saint-Hilaire's accounts of Brazil in the 19th century, highlighting the contrast between the "slowness" of the "sertão" and the network of people and ideas arriving through the Atlantic.

At a local level, Ferraz dos Santos et al. (2023) use mapping as a participatory tool for analyzing gender relations (and more) in the school environment, applied to three schools in Lisbon. The study emphasizes the role of nationality in socio-spatial dynamics in schools through three mechanisms: cultural lateralization, school space ghettoization, and peripheral occupation of playgrounds by female students.

The last two documents present bibliographic syntheses on two distinct topics. In the perspective of Economic Geography, Silva and Vale (2023) discuss the resilience of supply chains and various trajectories of international production, a theme that gained greater relevance with the Covid-19 pandemic and the Russia-Ukraine war. The authors particularly discuss the orientations of the European Commission, which advocates for promoting network diversification for greater sustainability of supply chains.

Finally, in the field of Planning focused on production and food security, Viana (2023) presents a reflection on the various geospatial approaches to geographical research applied to modelling agricultural systems. The author emphasizes that integrating geospatial approaches is an opportunity for producing new data that support decision-making processes, anticipating changes and projecting future strategies.

With this initiative, Finisterra aims to renew its intention to be a platform for quality science dissemination, providing space for all those interested in Geography and related areas, attracting new authors and reviewers, and expanding the audience seeking the journal as a reference periodical in this scientific domain.

Referências bibliográficas

Alves, A., Marques da Costa, E., Gomes, E., & Niza, S. (2023). Otimização da localização de parques solares numa perspetiva de sustentabilidade: proposta de índice espacial em Portugal Continental.Finisterra - Revista Portuguesa de Geografia,LVIII(124), 63-84. https://doi.org/10.18055/Finis33456 [ Links ]

Conceição da Silva, J., & Vale, M. (2023). Resiliência das cadeias de abastecimento, possíveis trajetórias da produção internacional e a resposta da União Europeia no contexto da pandemia da Covid-19.Finisterra - Revista Portuguesa de Geografia ,LVIII(124), 69-79. https://doi.org/10.18055/Finis33422 [ Links ]

Fernandes, R., Silva, T., Castro, A., Baptista, J., Gonçalves, A., & Vieira, G. (2023). A investigação em geografia física em Portugal: uma análise das teses de doutoramento entre 2000 2021.Finisterra - Revista Portuguesa de Geografia ,LVIII(124), 29-46. https://doi.org/10.18055/Finis33440 [ Links ]

Ferraz dos Santos, A. C., de Sousa Gonçalves da Costa, D. M., & Queirós, M. (2023). Mapeamento participativo das relações interseccionais de gênero em contexto escolar: a experiência de três escolas na cidade de Lisboa.Finisterra - Revista Portuguesa de Geografia ,LVIII(124), 151-167. https://doi.org/10.18055/Finis33472 [ Links ]

Maia, C., & Marques, T. S. (2023). Identificação de culturas territoriais em Portugal: uma reflexão em torno das perceções dos problemas do ordenamento do território.Finisterra - Revista Portuguesa de Geografia ,LVIII(124), 47-62. https://doi.org/10.18055/Finis33485 [ Links ]

Maluly, V. S. (2023). Contrastes territoriais na América portuguesa: a lentidão extrema e uma rede atlântica de pessoas e de ideias.Finisterra - Revista Portuguesa de Geografia ,LVIII(124), 139-149. https://doi.org/10.18055/Finis33181 [ Links ]

Silva Lopes, S., & Marat-Mendes, T. (2023). Acesso à habitação social na Área Metropolitana de Lisboa: programas, políticas e leis de bases da habitação.Finisterra - Revista Portuguesa de Geografia ,LVIII(124), 105-123. https://doi.org/10.18055/Finis33324 [ Links ]

Silva, D. G. (2023). Investigando a presença e ausência de políticas: implicações e práticas para as mobilidades de políticas urbanas.Finisterra - Revista Portuguesa de Geografia ,LVIII(124), 125-137. https://doi.org/10.18055/Finis33477 [ Links ]

Silver, K., & Queirós, M. (2023). O peso dos altos preços das tarifas sobre a desigualdade urbana: uma análise de pesquisa dos custos de transporte no Rio de Janeiro.Finisterra - Revista Portuguesa de Geografia ,LVIII(124), 85-103. https://doi.org/10.18055/Finis33407 [ Links ]

Viana, C. M. (2023). Reflexão sobre as abordagens geoespaciais da investigação geográfica aplicadas à modelação dos sistemas agrícolas.Finisterra - Revista Portuguesa de Geografia ,LVIII(124), 181-196. https://doi.org/10.18055/Finis33462 [ Links ]

Zêzere, J. L. (2023). Perigos geomorfológicos em Portugal: estado da arte.Finisterra - Revista Portuguesa de Geografia ,LVIII(124), 7-27. https://doi.org/10.18055/Finis33142 [ Links ]

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